quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A conexão essencial com as árvores



No Parcão NH
A conexão essencial com as árvores
  
Fonte : http://conexaoplaneta.com.br/blog/conexao-arvores/


Sempre que você encontrar (reparar em) uma árvore, é importante ter consciência de que está em contato com uma das estruturas mais elaboradas, essenciais e completas da natureza. Uma árvore não é um ser isolado: é uma rede de interações, trocas, doações e conexões.
Se, com nosso olhar, tivéssemos a capacidade de enxergar todas essas redes de contato estabelecidas entre árvores e outros seres, elementos e processos, elas certamente não passariam despercebidas. Pelo contrário, acredito que não haveria ser humano capaz de ameaçar a existência e a segurança das árvores.
Desde a primavera de 2006, quando idealizei o Instituto Árvores Vivasisso ficou muito claro para mim. Cada árvore é um ser conectado com tudo à sua volta, garantindo qualidade de desenvolvimento para inúmeros seres e sistemas, configurando-se em suporte imprescindível para a vida neste planeta. Percebi que estas conexões vão além dos aspectos biológicos e ecossistêmicos. Enxerguei a árvore como um ser a partir do qual podemos relacionar todas as áreas de estudo e do conhecimento, seja sobre aspectos da história dos povos, seus mitos e culturas, seja na elaboração de cálculos e soluções nas mais avançadas pesquisas tecnológicas ou de engenharia. Para mim, árvores são plenas e repletas de sabedorias que podemos aprender a receber.
Esse olhar tecnológico tem sido traduzido e desvendado por pesquisadores e cientistas. A equipe do projetoÁrvore Ser Tecnológico, por exemplo, tem feito um lindo trabalho de tradução desses conceitos para o público, a partir das pesquisas do cientista Antonio Donato Nobre.
Incrível imaginar a capacidade de bombeamento de água de uma árvore do porte de uma sequoia, ou as estratégias reprodutivas e de crescimento que seguem padrões e dão respostas afinadíssimas com o ambiente onde vivem.
Impressionante ainda a capacidade de comunicação entre plantas que tem sido desvendada, seja por partículas de odor espalhadas pelos ventos, seja por uma extensa rede de conexões no subsolo composta por suas raízes e auxiliada pelas estruturas vegetativas dos fungos. Estas conexões podem comunicar perigo e ameaças de plantas próximas, além de distribuir nutrientes entre elas.
São tantas as vidas conectadas às árvores e às florestas! São tantas as maneiras como estas conexões são estabelecidas! Como podemos não sentir, não valorizar, não agradecer e não lutar pela sua preservação? Será que estamos tão cegos assim? Fechados e limitados? Esse estado é um desejo humano? Como podemos construir essas barreiras de conhecimento, percepção e sentimento em nossas vidas?
Esse tipo de conexão consciente precisa ser resgatada e restabelecida. Por isso, tenho me dedicado há tantos anos à promoção e ao desenvolvimento da cultura ambiental na sociedade e, principalmente, entre as crianças. É imprescindível compreender que a natureza está totalmente conectada a nós e nós a ela. Essa percepção precisa acontecer dentro do coração e não ser uma reação diante das crises que estamos vivendo. Precisamos enraizar a semente de que somos natureza em nosso ser.
As redes sociais, como conhecemos e usamos hoje, são reproduções dessas conexões. Somos interdependentes e toda instabilidade dessas conexões nos afeta. Proponho, então, um exercício para todos os dias, uma prática simples a ser adotada em poucas etapas:
– Escolha e conecte-se com a árvore que mora mais perto de você;
– Crie um pequeno diário sobre esta árvore com anotações simples e diretas das suas observações;
– Você pode fazer esse exercício sozinho ou com sua família e amigos: antes de começar, respire fundo algumas vezes, sempre de olhos fechados para poder abri-los e ver algo novo;
– Mantenha a mente aberta e sem limites, não julgue suas observações;
– Faça suas observações por etapas ou setores, por exemplo: árvore inteira, casca, galhos, folhas, raízes, flores, frutos, sementes;
– Marque sempre o dia e o horário de sua observação;
– Não se preocupe em usar nomes científicos ou “precisos” de tudo que observar e, se preferir, desenhe;
– Anote informações sobre cores, desenhos, temperatura, umidade, sons, formas, outras plantas e animais vistos na árvore, além de qualquer aspecto ou situação que chame sua atenção;
– Deixe sua observação conduzir você: deixe-se levar por sentimentos, valores, percepção de movimento, continuidade, estruturas;
– O ideal é fazer uma observação por dia e focar. Evite fazer uma lista enorme de tudo que você percebe em suas observações. São tantas as possibilidades e em tantas escalas – árvore inteira ou um micro detalhe – que não há como observar tudo de uma só vez. Imprima um ritmo às suas observações: uma por dia é ideal e ajudará você a estabelecer uma conexão também com o tempo da natureza;
– Procure fazer essa conexão e observações de maneira analógica, isto é, sem celular, sem foto. Aproveite o momento da conexão e da observação, que pode acontecer em qualquer lugar, a qualquer momento, mas sem a interferência de nenhum tipo de instrumento além da sua existência e da própria árvore.
Essas dicas de exercício de conexão poderão revelar muitas novas percepções. Você pode notar, inclusive, que, ao passar dos dias, você comece a notar mais da vida à sua volta e dentro de você do que antes. É possível que comece a “brotar” a semente de conexão com a sua natureza essencial. Quem sabe essa experiência ajude a despertar soluções, respostas e percepções inovadoras em sua vida.
Observar a árvore do seu caminho com mais profundidade e atenção poderá se revelar a porta para um mundo interior bastante significativo. Que tal praticar, todos os dias, essa conexão atenta com as mestras árvores e toda a natureza?

A conexão essencial com as árvores



No Parcão NH
A conexão essencial com as árvores
  
Fonte : http://conexaoplaneta.com.br/blog/conexao-arvores/


Sempre que você encontrar (reparar em) uma árvore, é importante ter consciência de que está em contato com uma das estruturas mais elaboradas, essenciais e completas da natureza. Uma árvore não é um ser isolado: é uma rede de interações, trocas, doações e conexões.
Se, com nosso olhar, tivéssemos a capacidade de enxergar todas essas redes de contato estabelecidas entre árvores e outros seres, elementos e processos, elas certamente não passariam despercebidas. Pelo contrário, acredito que não haveria ser humano capaz de ameaçar a existência e a segurança das árvores.
Desde a primavera de 2006, quando idealizei o Instituto Árvores Vivasisso ficou muito claro para mim. Cada árvore é um ser conectado com tudo à sua volta, garantindo qualidade de desenvolvimento para inúmeros seres e sistemas, configurando-se em suporte imprescindível para a vida neste planeta. Percebi que estas conexões vão além dos aspectos biológicos e ecossistêmicos. Enxerguei a árvore como um ser a partir do qual podemos relacionar todas as áreas de estudo e do conhecimento, seja sobre aspectos da história dos povos, seus mitos e culturas, seja na elaboração de cálculos e soluções nas mais avançadas pesquisas tecnológicas ou de engenharia. Para mim, árvores são plenas e repletas de sabedorias que podemos aprender a receber.
Esse olhar tecnológico tem sido traduzido e desvendado por pesquisadores e cientistas. A equipe do projetoÁrvore Ser Tecnológico, por exemplo, tem feito um lindo trabalho de tradução desses conceitos para o público, a partir das pesquisas do cientista Antonio Donato Nobre.
Incrível imaginar a capacidade de bombeamento de água de uma árvore do porte de uma sequoia, ou as estratégias reprodutivas e de crescimento que seguem padrões e dão respostas afinadíssimas com o ambiente onde vivem.
Impressionante ainda a capacidade de comunicação entre plantas que tem sido desvendada, seja por partículas de odor espalhadas pelos ventos, seja por uma extensa rede de conexões no subsolo composta por suas raízes e auxiliada pelas estruturas vegetativas dos fungos. Estas conexões podem comunicar perigo e ameaças de plantas próximas, além de distribuir nutrientes entre elas.
São tantas as vidas conectadas às árvores e às florestas! São tantas as maneiras como estas conexões são estabelecidas! Como podemos não sentir, não valorizar, não agradecer e não lutar pela sua preservação? Será que estamos tão cegos assim? Fechados e limitados? Esse estado é um desejo humano? Como podemos construir essas barreiras de conhecimento, percepção e sentimento em nossas vidas?
Esse tipo de conexão consciente precisa ser resgatada e restabelecida. Por isso, tenho me dedicado há tantos anos à promoção e ao desenvolvimento da cultura ambiental na sociedade e, principalmente, entre as crianças. É imprescindível compreender que a natureza está totalmente conectada a nós e nós a ela. Essa percepção precisa acontecer dentro do coração e não ser uma reação diante das crises que estamos vivendo. Precisamos enraizar a semente de que somos natureza em nosso ser.
As redes sociais, como conhecemos e usamos hoje, são reproduções dessas conexões. Somos interdependentes e toda instabilidade dessas conexões nos afeta. Proponho, então, um exercício para todos os dias, uma prática simples a ser adotada em poucas etapas:
– Escolha e conecte-se com a árvore que mora mais perto de você;
– Crie um pequeno diário sobre esta árvore com anotações simples e diretas das suas observações;
– Você pode fazer esse exercício sozinho ou com sua família e amigos: antes de começar, respire fundo algumas vezes, sempre de olhos fechados para poder abri-los e ver algo novo;
– Mantenha a mente aberta e sem limites, não julgue suas observações;
– Faça suas observações por etapas ou setores, por exemplo: árvore inteira, casca, galhos, folhas, raízes, flores, frutos, sementes;
– Marque sempre o dia e o horário de sua observação;
– Não se preocupe em usar nomes científicos ou “precisos” de tudo que observar e, se preferir, desenhe;
– Anote informações sobre cores, desenhos, temperatura, umidade, sons, formas, outras plantas e animais vistos na árvore, além de qualquer aspecto ou situação que chame sua atenção;
– Deixe sua observação conduzir você: deixe-se levar por sentimentos, valores, percepção de movimento, continuidade, estruturas;
– O ideal é fazer uma observação por dia e focar. Evite fazer uma lista enorme de tudo que você percebe em suas observações. São tantas as possibilidades e em tantas escalas – árvore inteira ou um micro detalhe – que não há como observar tudo de uma só vez. Imprima um ritmo às suas observações: uma por dia é ideal e ajudará você a estabelecer uma conexão também com o tempo da natureza;
– Procure fazer essa conexão e observações de maneira analógica, isto é, sem celular, sem foto. Aproveite o momento da conexão e da observação, que pode acontecer em qualquer lugar, a qualquer momento, mas sem a interferência de nenhum tipo de instrumento além da sua existência e da própria árvore.
Essas dicas de exercício de conexão poderão revelar muitas novas percepções. Você pode notar, inclusive, que, ao passar dos dias, você comece a notar mais da vida à sua volta e dentro de você do que antes. É possível que comece a “brotar” a semente de conexão com a sua natureza essencial. Quem sabe essa experiência ajude a despertar soluções, respostas e percepções inovadoras em sua vida.
Observar a árvore do seu caminho com mais profundidade e atenção poderá se revelar a porta para um mundo interior bastante significativo. Que tal praticar, todos os dias, essa conexão atenta com as mestras árvores e toda a natureza?

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Relógio do Corpo Humano e chás no Parcão










 http://amigosdaterraluizgelain.blogspot.com.br/


http://atlantiisholistica.blogspot.com.br/2013/05/ervas-medicinais.html




Chás do Relógio Biológico
Material elaborado pelas professoras de Educação Ambiental do Parcão

    PARIPAROBA

Nome Popular: Capeba
Nome Científico: Piper dilatatum
Família: Magnolídeas
Origem: Brasil
Circulação: 09h às 11h ( Baço e Pâncreas)

USO MEDICINAL
Diurética, digestiva, depurativa, analgésica, cicatrizante, vermífuga, anti-inflamatória, doenças do fígado, infecção urinária, anemia, antioxidante... Folhas frescas aplicam-se em torcicolos.
Partes Usadas: Raiz, folhas.

    MANJERICÃO

Nome Popular: Basilicão
Nome Científico: Ocimum sp
Família: Lamiaceae
Origem: Índia
Circulação: 07h às 09h  (Estômago)

                          USO MEDICINAL
No trato gastro intestinal, digestivo, vômitos,  vermífugo, conservante natural, antisséptica, condimentar,  amigdalite, laringite, faringite, insônia, sedativo, expectorante...
Partes usadas: Folhas


TANSAGEM

Nome Popular: Transagem
Nome Científico: Plantago sp
     Família: Plantaginaceae
Origem: Europa
Circulação: 05h às 07h (Intestino)

USO MEDICINAL

Febre, anti-inflamatório, bactericida, antidiarreica, expectorante, cataplasma para dor de dente, picada de abelha, gargarejo para dor de garganta, caxumba, cicatrização, sementes laxativas...
Partes usadas: Folhas aplicadas ou ingerir em infusão, sementes.

   PULMONÁRIA


Nome Popular: Pulmonária, Orelha de Coelho
Nome Científico: Stachys lanata
Família: Boraginaceae
Origem: Europa
Circulação: 03h às 05h (Pulmão)

USO MEDICINAL
Doenças pulmonares, infecções diversas, expectorante (com mel), gripes, asma...
Partes usadas: Folhas


  ALCACHOFRA

Nome Popular: Alcachofra
Nome Científico: Cynara Scolymus
Família: Asteraceae
Origem: Europa e África
Circulação: 01h as 03h (Fígado)

USO MEDICINAL
Digestiva, diabetes, repõe os sais minerais do organismo, atua sobre o fígado,  combate os vermes, favorece a secreção da bílis, gota, tônico, diurético...
Partes usadas: Folhas e flores


    DENTE DE LEÃO

Nome Popular: Dente de Leão
Nome Científico: Taraxacum Officinale
Família: Asteraceae
Origem: Europa
Circulação: 23h à 01h (Vesícula)

USO MEDICINAL
Desintoxicante, diurético, depurativo, alto teor de potássio, cirrose, colesterol, diabetes, fígado, hepatite, obesidade, gastrite...
Parte usada: Raízes, folhas, flores

   SÁLVIA

Nome Popular: Salvia
Nome Científico: Salvia officinalis
Família: Lamiaceae
Origem: Europa
Circulação: 21h às 23h (Sistema digestivo, sistema respiratório e sistema excretor)
USO MEDICINAL
Longevidade, memória, antisséptico, vermífugo, antibiótico, digestivo, analgésico, enfermidades hepáticas, infecção respiratória, transtornos nervosos, ansiedade, fortalece o  coração...
Parte usada: Folhas

    ALCANFOR

Nome Popular: Cânfora
Nome Científico: Artemisia camphorata
Família: Arteraceae
Origem: Ásia Oriental
Circulação: 19h às 21h (circulação)

USO MEDICINAL
Problemas cardíacos e neurológicos, dor muscular, contusões, feridas, picadas de insetos, depressão...
Parte usada: Folhas, ramos e raízes.

QUEBRA PEDRA

Nome Popular: Quebra pedra
Nome Científico: Phyllanthus niruri
Família: Euforbiacea
Origem: Europa e Ásia
Circulação: 17h às 19h (Rins)

USO MEDICINAL
Pedra nos rins e na vesícula, cólica renal, azia, controla glicemia, infecções no fígado, antioxidante, infecções respiratórias, diurético, diabetes, anti-inflamatório...
Parte usada: Folhas, flores, raízes, sementes.

CAVALINHA

Nome Popular: Cola de cavalo
Nome Científico: Equisetum sp
Família: Equisetaceae
Origem: Europa e Américas
Circulação: 15h às 17h (Bexiga)

                       USO MEDICINAL
Fígado, rins, baço, cicatrizante, dor de cabeça,  diurética, remineralizante, problemas renais, bexiga e garganta, úlceras gástricas, tuberculose, anemias, feridas de difícil cicatrização, osteoporose, tomado junto com alecrim equilibra a pressão arterial, depurativa incontinência urinária ...
Parte usada: Hastes e brotos.

    MIL EM RAMAS

Nome Popular: Mil folhas/Pronto alívio
Nome Científico: Achillea millefolium
Família: Asteraceae
Origem: Europa
Circulação: 13h às 15h (Intestino)

USO MEDICINAL
Analgésica, antibiótica, anti reumática, antisséptica, anti-inflamatória, anti-hemorrágica, cicatrizante, digestiva, diurética, estimulante, expectorante...
Parte usada: Folhas

ALECRIM

Nome Popular: Rosmarino
Nome Científico: Rosmarinus officinalis
Família: Rosmarinos
Origem: Mediterrâneo
Circulação: 11h às 13h (Coração)

USO MEDICINAL
Estimulante digestivo, falta de apetite, problemas respiratórios, estimulante cardíaco, ativador da circulação, cansaço físico e mental (Alzheimer), cicatrizante, antisséptico, anti-inflamatório, hemorroidas, calmante, antidepressivo...
Parte usada: Folhas e flores

    SALSA

Nome Popular: Cheiro-verde
Nome Científico: Petroselinum crispum
Família: Apiaceae
Origem: África, Europa, 
Circulação: 09h às 11h ( Baço e Pâncreas)

USO MEDICINAL
Fortalecimento do sistema imunológico, purifica os rins, rica em ferro, antioxidante, anti-inflamatório, digestão, memória, febre ...
Parte usada: Folhas, ramos e raízes.

     HORTELÃ

Nome Popular:Menta
Nome Científico:  Mentha sp
Família: Lamiaceae
Origem:  América do Norte, Ásia, Austrália
Circulação: 07h às 09h  (Estômago)

USO MEDICINAL
Anti-inflamatória, antimicrobiana, calmante, estimulante, tônica, vermicida, acalma dores ...
Parte usada: Folhas

LINHAÇA

Nome Popular: linho. 
Nome Científico: Linum usitatissimum 
Família: Linaceae.
Origem: 
Circulação: 05h às 07h (Intestino)
USO MEDICINAL
Bexiga, dor, febrite, garganta, hemorróidas, inflamação, próstata,  redução de colesterol ruim, TPM, menopausa, combate a agressividade e obesidade, Sistema Cardiovascular, Digestivo, Nervoso, Imunológico, Respiratório, alergias, LUPÚS...
Parte usada: Sementes

VIOLETA DE JARDIM

Nome Popular: 
Nome Científico: Viola Odorata
Família:violaceae.
Origem: 
Circulação: 03h às 05h (Pulmão)

USO MEDICINAL
Analgésico, antifúngica, anti-inflamatória, antifebril, antitussígena, calmante, cicatrizante, diurética, , emoliente, expectorante,  laxante, sedativa, sudorífera,  conjuntivite ...
Parte usada: Folhas e flores.

  CARDO MARIANO

Nome Popular: cardo-de-nossa-senhora
Nome Científico: Silybum marianum
Família: Arteaceae
Origem: Europa e Rússia
Circulação: 01h as 03h (Fígado)

USO MEDICINAL
Antioxidante, fígado, resfriados, catarros, febre...
Parte usada: Folhas, flores, raízes, frutos. 

     BARDANA

Nome Popular: Carrapicho-grande
Nome Científico:  Arctium lappa 
Família: Asteraceae. 
Origem: Europa
Circulação: 23h à 01h (Vesícula)

USO MEDICINAL
Bactericida, antiescorbútica, anti-inflamatória, antimicrobiana, antisséptica, bactericida, bronquite, cicatrizante, depurativa, diurética, fungicida, hipoglicemiante, sudorífera, tônica, calmante, caxumba. 
Parte usada: Folhas e raízes.

     ORÉGANO

Nome Popular: Orégano
Nome Científico: Origanum vulgare
Família: Lamiaceae
Origem:  Mediterrâneo
Circulação: 21h às 23h (Sistema digestivo, sistema respiratório e sistema excretor)
USO MEDICINAL
Condimento, antioxidante, TPM, diurético, fungicida, insônia, estresse, cansaço nervoso, febre e dores reumáticas,  osteoporose, ...
Parte usada: Folhas

     ARNICA

Nome Popular: Arnica do campo
Nome Científico: Solidago microglossa
Família: Asteráceas.
Origem: Brasil
Circulação: 19h às 21h (circulação)
USO MEDICINAL
Adstringente, analgésica, aromática, anti-inflamatória, antiespasmódica, estimulante circulatório, hipoglicêmica, hipotensora, sedativa, tônico cerebral, combate hemorragias, cicatrizante...
Parte usada: Flores

        CARQUEJA

Nome Popular: Carqueja-amargosa
Nome Científico: Baccharis trimera
Família: Asteraceae 
Origem: América Latina
Circulação: 17h às 19h (Rins)
USO MEDICINAL
Diurética, digestiva, antisséptica, antianêmica, antiasmática, antibiótica, antidiarreica, antidiabética,  antigripal, anti-inflamatória, antirreumática, depurativa, febrífuga, laxante, hipoglicêmica, sudorífica, vermífuga...
Parte usada: Ramos 

       MALVA

Nome Popular: Malva-de-cheiro
Nome Científico:  Malva parviflora
Família: Malvaceae
Origem: Portugal
Circulação: 15h às 17h (Bexiga)

USO MEDICINAL
Sistema respiratório, expectorante, gastrite, úlceras, compressas para queimaduras solares, afecção na boca, laringe, halitose, dor de ouvido e das pálpebras...
Parte usada: Folhas secas, flores, raízes.

 FUNCHO

Nome Popular: Erva doce
Nome Científico: Foeniculum vulgare
Família: Apiaceae
Origem: Mediterrâneo
Circulação: 13h às 15h (Intestino)

USO MEDICINAL
Antiespasmódico, estimulante, relaxante, vermífugo, antirreumático, relaxante muscular, evita flatulência, ajuda a melhorar a prisão de ventre, previne mau hálito...
Parte usada: Folhas, sementes

     PFÁFFIA

Nome Popular: Ginseng Brasileiro, ginseng do pantanal
Nome Científico: Pfaffia glomerata
Família: Amaranthaceae
Origem: Brasil
Circulação: 11h às 13h (Coração) 
              
   USO MEDICINAL
Energético físico e mental, diabetes, anemia, artrites, hipertensão, colesterol, coração, depressão, fraqueza, mal de Parkinson, estresse, circulação, sistema imunológico, rejuvenescimento, reumatismo, tranquilizante, tremores, envelhecimento precoce e menopausa.
Parte usada: Raiz


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Ser livre como um pássaro...

"Um voar sobre o Rio dos Sinos"

Exposição de autoria de Maria Helena da Conceição

Bem-te-vi

Quero-quero

Ser livre como um pássaro.

Eu também queria saber voar.
Não tanto cantar!
Voar!
Voar,só para morar nas árvores.
Deslizar.
Sobre planícies e rios.
Subir montanhas nas correntes do ar.
Visitar jardins em flores.
Sentir o cheiro da liberdade.
Plainar.
Subir e descer num mundo infinito.
Ser livre como um pássaro!


Autora: Maria Helena da Conceição


Obras no Parcão












terça-feira, 9 de agosto de 2016

Árvores do Parcão: Astrapéia

Astrapéia – Dombeya wallichii