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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Árvores do Parcão: Capororoca


Imagens: Laura Capelatti


Outras imagens:

Árvores do Parcão: Canela-do-Brejo



Ocotea pulchella (Nees) Mez



Imagem: Laura Capelatti

Espécie: 
Ocotea pulchella (Nees) Mez
Família: 
Lauraceae
Nome popular: 
canela-lageana, canela-do-brejo
Ocorrência no RS: 
Nativa
Distribuição geográfica: 
No Rio Grande do Sul ocorre em todas as formações florestais (Sobral et al. 2006).
Grau de ameaça: 
-
Tipo de folha: 
Inteira
Margem do limbo: 
Inteira
Filotaxia: 
Alterna
Forma de vida: 
Árvore
Fotógrafo: 
Laura Cappelatti
Data de inclusão: 
29/05/2008 (incluída por: Laura Cappelatti)
Fotografada em: 
RS, Novo Hamburgo, Parque Municipal Henrique Luís Roessler

* Acessos da imagem: 2329.

Outros resultados para a espécie:










* 43 acesso(s). 
http://www6.ufrgs.br/fitoecologia/florars/open_sp.php?img=489 




 

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Árvores do Parcão: Maricá



Mimosa bimucronata (DC.) Kuntze


Uso das imagens: As imagens do banco de dados podem ser utilizadas apenas para fins não comerciais. Por favor cite o nome do fotógrafo e o FloraRS em qualquer uso das imagens disponibilizadas.

Espécie: 
Mimosa bimucronata (DC.) Kuntze
Sinônimos: 
Mimosa sepiaria Benth.

Família: 
Fabaceae
Nome popular: 
maricá
Ocorrência no RS: 
Nativa
Distribuição geográfica: 
No Rio Grande do Sul ocorre em áreas de formações campestres, banhados e florestas ribeirinhas (Sobral et al. 2006).
Grau de ameaça: 
-
Tipo de folha: 
Bipinada
Margem do limbo: 
Inteira
Filotaxia: 
Alterna
Forma de vida: 
Árvore
Fotógrafo: 
Rosângela Gonçalves Rolim
Data de inclusão: 
17/09/2010 (incluída por: Rosângela Rolim)
Fotografada em: 
RS, Guaíba, Arredores da nascente do Arroio Passo Fundo

* Acessos da imagem: 177.

Outros resultados para a espécie:


Clique para exibir a imagem e detalhes
Mimosa bimucronata (DC.) Kuntze
maricá - Fabaceae

* 70 acesso(s). 


Fonte:
http://www6.ufrgs.br/fitoecologia/florars/open_sp.php?img=3808

Árvores do Parcão: Gerivá

Jerivá, gerivá, coqueiro, coquinho


árvore

folhas

frutos
tronco

 

  • Hábito: Árvores
  • Nome Popular: Jerivá, gerivá, coqueiro, coquinho
  • Nome Científico: Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman
  • Detalhes: Família Palmae
    Origem: Nativa
    Características gerais: Palmeira alta, com 8 a 15 m de altura, com estipe delgado, cilíndrico, ereto, liso, regularmente anelado, na coloração grisácea. As folhas são pinadas, arqueadas, em número de 8 a 15, com 2 – 4 m de comprimento na coloração verde-escuro brilhante.
    As flores são amarelas desabrocham com a abertura da espata de consistência lenhosa em forma de canoa. Os cachos (racemos) chegam a medir mais de um metro de comprimento, sendo que as flores masculinas ocupam o ápice e as femininas a parte inferior.
    Frutos amarelos quando maduros de formato globoso com polpa doce e fibrosa, muito apreciado pelo homem e pela fauna.
    Fotos e texto: Scipioni, M.C. 
Fonte:
2004 - Universidade Federal de Santa Maria
Centro de Ciências Rurais / Departamento de Ciências Florestais
Campus Universitário / 97.105-900 - SANTA MARIA, RS, BRASIL
Prédio 44, Sala 5269 / Telefone: 55.220-8444, Ramal 33
Curador: Prof. Dr. Solon Jonas Longhi
Website desenvolvido pela Equipe WWW/Suporte/CPD

Fotos e texto:
http://w3.ufsm.br/herbarioflorestal/especie_detalhes.php?nome_filtrado=aroeira-mansa_aroeira_vermelha_aroeira_do_campo

    quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

    Árvores do Parcão: Pata-de-vaca

    flor

    árvore

    folha

    fruto

    tronco

    semente


    Pata-de-vaca, Unha-de-vaca

    • Hábito: Árvores
    • Nome Popular: Pata-de-vaca, Unha-de-vaca
    • Nome Científico: Bauhinia variegata L.
    • Detalhes: Família Fabaceae
      Origem: Índia 
    Fonte:
    2004 - Universidade Federal de Santa Maria
    Centro de Ciências Rurais / Departamento de Ciências Florestais
    Campus Universitário / 97.105-900 - SANTA MARIA, RS, BRASIL
    Prédio 44, Sala 5269 / Telefone: 55.220-8444, Ramal 33
    Curador: Prof. Dr. Solon Jonas Longhi
    Website desenvolvido pela Equipe WWW/Suporte/CPD

    Fotos e texto:
    http://w3.ufsm.br/herbarioflorestal/especie_detalhes.php?nome_filtrado=aroeira-mansa_aroeira_vermelha_aroeira_do_campo

      Árvores do Parcão: Aroeira-vermelha

      árvore

      flores

      folhas

      frutos

      tronco

      Aroeira-mansa, Aroeira-vermelha, Aroeira-do-campo

      • Hábito: Árvores
      • Nome Popular: Aroeira-mansa, Aroeira-vermelha, Aroeira-do-campo
      • Nome Científico: Schinus terebinthifolius Raddi
      • Detalhes: Família Anacardiaceae
        Origem: Nativa
        Fotos: Scipioni, M.C. 
      2004 - Universidade Federal de Santa Maria
      Centro de Ciências Rurais / Departamento de Ciências Florestais
      Campus Universitário / 97.105-900 - SANTA MARIA, RS, BRASIL
      Prédio 44, Sala 5269 / Telefone: 55.220-8444, Ramal 33
      Curador: Prof. Dr. Solon Jonas Longhi
      Website desenvolvido pela Equipe WWW/Suporte/CPD

      Fotos e texto:
      http://w3.ufsm.br/herbarioflorestal/especie_detalhes.php?nome_filtrado=aroeira-mansa_aroeira_vermelha_aroeira_do_campo

      Mais informações:

      A aroeira-vermelha é uma árvore muito ornamental. Não deve ser confundida coma a aroeira-brava que  produz alergias nas pessoas mais sensíveis. Seus frutos vermelhos e pequenos formam  cachopas coloridas que ficam firmes nos ramos de abril a junho dando um aspecto  muito bonito à arvore. É uma árvore copada e com tendências a ter ramos pendentes  formando uma boa sombra. Suas flores brancas e minúsculas surgem em fevereiro-março, o que atrai muitos insetos e pássaros para se alimentar. A copada dá uma boa sombra e seu porte baixo (até 4m) faz com que ela seja muito usada em jardins e praças. Ainda mais que é árvore rústica e adaptada a solos pobres. Seu nome científico é Schinus terebinthifloius e é membro da família das Anacardiaceae. 


      Texto:
      AS ÁRVORES DE NOVO HAMBURGO, pág. 20
      Seção: Árvores nativas da região do Vale dos Sinos
      Equipe de Educação Ambiental de Novo Hamburgo  - 2ªedição - 1993


      Árvores do Parcão: Açoita-cavalo

      flor

      semente

      fruto

      tronco
      folhas

      árvore
      • Hábito: Árvores
      • Nome Popular: Açoita-cavalo
      • Nome Científico: Luehea divaricata Mart.
      • Detalhes: Família Malvaceae
        Origem: Nativa.
        Características gerais:

        Árvore de grande porte de 15 - 25 m de altura, nativa, com freqüência em formações arbóreas, na submata dos pinhais, matas de galerias e capoeiras.
        Apresenta folhas simples, onde a face superior possui uma cor verde escuro brilhante e a inferior esbranquiçada, com três nervuras muito típicas. A folhagem pelas suas características confere um valor ornamental.
        A floração inicia por volta da segunda quinzena de novembro, mas ocorre com maior intensidade no final de dezembro e até a primeira quinzena de fevereiro. As pétalas das flores são dobradas, conforme vai envelhecendo passam de cor violeta para creme, do interior para a extremidade e apresentando pouca expressividade.
        O fruto é uma cápsula possuindo muitas sementes que não ultrapassam a 1,5 cm de comprimento e apresentam uma pequena assa. A copa é densa proporcionando uma excelente sombra, porém, perde suas folhas por completo, nos meses de agosto e setembro.
        Fotos e texto: Scipioni, M.C.
      2004 - Universidade Federal de Santa Maria
      Centro de Ciências Rurais / Departamento de Ciências Florestais
      Campus Universitário / 97.105-900 - SANTA MARIA, RS, BRASIL
      Prédio 44, Sala 5269 / Telefone: 55.220-8444, Ramal 33
      Curador: Prof. Dr. Solon Jonas Longhi
      Website desenvolvido pela Equipe WWW/Suporte/CPD

      Fotos e texto: http://w3.ufsm.br/herbarioflorestal/especie_detalhes.php?nome_filtrado=acoita_cavalo


      Mais informações:

      O Açoita-cavalo é árvore típica da beira dos cursos d'água e banhados da região. Sua madeira é muito utilizada para fazer formas de sapato. Do chá de suas flores temos um bom remédio para a gripe. Da casca é feito remédio para o reumatismo.
      É uma árvore muito ornamental adequada para solos úmidos sendo cultivada em praças e jardins. Sua presença atrai muitos insetos e pássaros, especialmente em fevereiro e março quando floresce. Suas flores são brancas e rosas e muito perfumadas. Os frutos amadurecem no inverno e quando secos abrem para lançar as sementes. A casca seca do frutos, aberta, fico com cinco pontas bem agudas que antigamente eram usadas nos relhos dos cavalos. Daí a origem do nome da espécie, Já seu nome científico é Luehhea divaricata e da sua família é aTiliaceae. Quando adulta ela chega a 10m de altura, formando ainda um a bela copada.


      Texto:
      AS ÁRVORES DE NOVO HAMBURGO, pág.17
      Seção: Árvores nativas da região do Vale dos Sinos
      Equipe de Educação Ambiental de Novo Hamburgo  - 2ªedição - 1993