Fonte: NH na Escola, sábado, 11 de dezembro de 20101 N° 7, pg.7
Mostrando postagens com marcador Educação Ambiental. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Mudando de visão
Mudando de visão
Bere Adams
Eu aprendo, tu aprendes, nós aprendemos e mudamos o mundo. É assim,
aprendendo cada vez mais, que mudamos o ambiente em que vivemos,
transformando pedra, madeira, areia, em objetos; plantas e animais em alimentos,
graças ao fogo e aos processos tecnológicos. É assim, também, que transformamos o
matoemterra árida, os riosemesgotos, o céu azulemcinza, e seguimos modificando
o mundo.
Vivemos, pois, diante do contraditório, onde o que parecia certo, está errado;
o que parecia bom, faz mal à saúde do Planeta; e temos que ter um enorme jogo de
cintura para conseguirmos equilibrar tanta contradição dentro das nossas cabeças.
Concluímos que o nosso sistemade vida estáemcrise global.
A crise ambiental é produto das formas de cultura que criamos ao longo do
processo civilizatório pela desenfreada busca do "desenvolvimento", e é difícil
pensar qual dos problemas ambientais é o mais grave, sendo que um interfere no
outro de forma direta (e indireta).
José Lutzenberger, na obra "Gaia, o Planeta Vivo", aborda a questão da visão
cartesiana do pensamento científico, visão esta que distancia os seres humanos do
ambiente, colocando-nos como meros expectadores de um ambiente onde a vida
que se apresenta neste cenário pode ser totalmente dominada e explorada pelobem
da ciência, da construção do conhecimento, pelo bem do desenvolvimento. Com
esta visão, a humanidade dominou todas as formas de vida, contrapondo a visão
ecológica, holística e sistêmica de que tudo está interligado, que um ser depende do
outro e a que a vida éumainfinita cadeia de relações entre todos os seres.
Para muitos é difícil compreender a necessidade de mudarmos nossa visão,
de cartesiana para sistêmica, mas as condições atuais do Planeta nos indicam que a
mudança é necessária, para que a própria vida sobreviva. É necessário mergulhar no
desconhecido. Esse mergulho éumato que requer coragem porque proporcionaum
confronto com acontecimentos que nos deixaram profundas marcas ao longo da
vida, que nos formaram como somos hoje. Precisamos nos “desformatar”, ou
“atualizar nosso sistema”, e quem sabe será possível esta conjugação: eu aprendo, tu
aprendes, nós aprendemos emudamosa humanidade.
Fonte: Jornal NH 2009
Bere Adams
Eu aprendo, tu aprendes, nós aprendemos e mudamos o mundo. É assim,
aprendendo cada vez mais, que mudamos o ambiente em que vivemos,
transformando pedra, madeira, areia, em objetos; plantas e animais em alimentos,
graças ao fogo e aos processos tecnológicos. É assim, também, que transformamos o
matoemterra árida, os riosemesgotos, o céu azulemcinza, e seguimos modificando
o mundo.
Vivemos, pois, diante do contraditório, onde o que parecia certo, está errado;
o que parecia bom, faz mal à saúde do Planeta; e temos que ter um enorme jogo de
cintura para conseguirmos equilibrar tanta contradição dentro das nossas cabeças.
Concluímos que o nosso sistemade vida estáemcrise global.
A crise ambiental é produto das formas de cultura que criamos ao longo do
processo civilizatório pela desenfreada busca do "desenvolvimento", e é difícil
pensar qual dos problemas ambientais é o mais grave, sendo que um interfere no
outro de forma direta (e indireta).
José Lutzenberger, na obra "Gaia, o Planeta Vivo", aborda a questão da visão
cartesiana do pensamento científico, visão esta que distancia os seres humanos do
ambiente, colocando-nos como meros expectadores de um ambiente onde a vida
que se apresenta neste cenário pode ser totalmente dominada e explorada pelobem
da ciência, da construção do conhecimento, pelo bem do desenvolvimento. Com
esta visão, a humanidade dominou todas as formas de vida, contrapondo a visão
ecológica, holística e sistêmica de que tudo está interligado, que um ser depende do
outro e a que a vida éumainfinita cadeia de relações entre todos os seres.
Para muitos é difícil compreender a necessidade de mudarmos nossa visão,
de cartesiana para sistêmica, mas as condições atuais do Planeta nos indicam que a
mudança é necessária, para que a própria vida sobreviva. É necessário mergulhar no
desconhecido. Esse mergulho éumato que requer coragem porque proporcionaum
confronto com acontecimentos que nos deixaram profundas marcas ao longo da
vida, que nos formaram como somos hoje. Precisamos nos “desformatar”, ou
“atualizar nosso sistema”, e quem sabe será possível esta conjugação: eu aprendo, tu
aprendes, nós aprendemos emudamosa humanidade.
Fonte: Jornal NH 2009
domingo, 31 de outubro de 2010
Projeto "Aula na Praça ou no Parque"
Prazo para participação até 15 de DEZEMBRO
Em homenagem ao Parcão de Novo Hamburgo/RS, o Projeto Apoema – Educação Ambiental lança o projeto Aula na Praça ou no Parque. Este projeto pretende incentivar a utilização de parques e praças como espaços pedagógicos e lançar um desafio a todos os docentes: o de aplicarem aulas em um parque ou praça que fique próximo da escola. O objetivo é integrar as crianças nestes ricos espaços públicos, além de valorizar estes espaços urbanos quase esquecidos pelas administrações públicas e, por consequência, pela população em geral. Sugere-se uma série de atividades que podem ser enriquecidas com atividades planejadas pelos docentes que aderirem. Aqueles que quiserem compartilhar suas experiências poderão enviar o registro das atividades e resultados até o dia 15 de dezembro de 2010 para publicação no site do Projeto Apoema – Educação Ambiental.
domingo, 24 de outubro de 2010
Educador Ambiental
A arte de sensibilizar
Todo Professor Educador Ambiental é um pouco (ou muito) artista também, porque precisa estar criando novas práticas educativas associando-as aos contextos ambientais vivenciados pelas crianças para que a aprendizagem seja significativa.
Em agosto deste ano participei de um evento na UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul) e tive a honra de ouvir o Professor e Doutor Jair Putzke falar que não adianta estarmos preocupados com a Floresta Amazônica, com geleiras, ou com o que acontece lá do outro lado do mundo, se não nos preocupamos com o que acontece na nossa cidade, no nosso bairro, na nossa escola ou em nossas casas.
Em tempos de globalização realmente o mundo parece bem pequeno, e a Internet o diminui mais ainda em termos de distância para troca de informações, e assim é possível saber o que acontece lá na Amazônia, no Cerrado, e até em locais fora do País, antes mesmo de sabermos o que está acontecendo com os parques e com as praças da nossa cidade, por exemplo. Mas a rotina do nosso olhar sobre os acontecimentos globais deve se voltar para os acontecimentos locais. Ela deve e precisa ser quebrada. Precisamos fazer o que está ao nosso alcance, e já! E o que assisti na Feira Literária da Escola Municipal de Ensino Fundamental Presidente Deodoro da Fonseca (Novo Hamburgo/RS, foi justamente isso, um aprofundamento sobre as questões ambientais locais, e a promoção do engajamento da comunidade escolar em busca de soluções para problemas bem próximos.
No evento foi possível ver, sentir, aprender que juntos somos mais fortes, e esse recado dado as crianças é um verdadeiro tesouro. Fica aí a dica de envolver sua escola, seus alunos em questões locais, pois elas estão ansiosas para poder auxiliar na transformação do mundo.
Bere Adams
Informativo Apoema - 79
http://projetoapoema.blogspot.com
Foto: Adri em 20 de outubro de2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Semana Literária: Decoração de reciclados
Garrafas pet, caixa de leite, pratos descartáveis reutilizados.
rolos de papel higiênico
foram usados como matéria-prima pela professora Anelise Dörr,
que foi a responsável pelas idéias de decoração da Semana Literária.
Fotos: Adri
Em 18 de outubro de 2010
Semana Literária: Atrações Artísticas
Professora Anelise fazendo abertura com Hora do Conto e recebendo convidados.
Fotos: Adri
Em 18 de outubro de 2010
Semana Literária
Na EMEF Pres.Deodoro da Fonseca está ocorrendo a Semana Literária organizada pela bibliotecária Anelise Dörr (foto), sendo a escritora e educadora ambiental Berenice Adams do Projeto Apoema, a autora homenageada.O enfoque é a preservação da natureza, sendo que a questão do Parcão, como sendo unidade de conservação e não de urbanização também será tratada.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Feliz Dia dos professores!
Parabéns as professoras e professores que fazem das suas aulas,
verdadeiras liçõesde vida!
verdadeiras liçõesde vida!
E a todos que se dedicam a Educação Ambiental,
dentro e fora das salas de aula,
dando belos exemplos de vida!
Abraços carinhosos a todos!
Imagem: web
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
De uma semente a uma floresta: Educação Ambiental

De uma semente a uma floresta: Educação Ambiental
Por Bere Adams
A vida precisa de árvores, e como!
As florestas desempenham um papel fundamental para o equillíbrio ecológico e climático de todo planeta Terra. Elas realizam verdadeiras missões ambientais. As copas e raízes, por exemplo, regulam os fluxos de água e amenizam as diferenças de temperatura entre o solo e a atmosfera contribuindo na promoção do equilíbrio e da estabilidade necessários para manter todas as formas de vida do planeta.
Mesmo sabendo disto, elas continuam sendo derrubadas, e aos montes.
....
Por tudo o que a árvore pode representar, considero que a Educação Ambiental seja como uma, que pode ser cultivada em todos os espaços sociais, e quanto mais, melhor.
Texto na íntegra: INFORMATIVO APOEMA - Ano 2 - vol56- 03/MAI- 2010
No site:www.apoema.com.brAs florestas desempenham um papel fundamental para o equillíbrio ecológico e climático de todo planeta Terra. Elas realizam verdadeiras missões ambientais. As copas e raízes, por exemplo, regulam os fluxos de água e amenizam as diferenças de temperatura entre o solo e a atmosfera contribuindo na promoção do equilíbrio e da estabilidade necessários para manter todas as formas de vida do planeta.
Mesmo sabendo disto, elas continuam sendo derrubadas, e aos montes.
....
Por tudo o que a árvore pode representar, considero que a Educação Ambiental seja como uma, que pode ser cultivada em todos os espaços sociais, e quanto mais, melhor.
Texto na íntegra: INFORMATIVO APOEMA - Ano 2 - vol56- 03/MAI- 2010
Site de Educação Ambiental que eu recomendo, por fazer um trabalho muito sério e muito completo! Vale a pena acessar!
Foto: Adri
Em: 20 de setembro de 2010
Local: Trilha próxima ao Bairro Canudos
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