| Quaresmeira |
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Árvores do Parcão: Ipê Amarelo e Roxo
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| árvores |
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| flores |
Árvore nacional do Brasil. É muito usada em arborização urbana por seu belo porte e florescimentro exuberante. As flores amarelas que ocorrem após a queda das folhas, dão um aspecto esplendoroso a árvore nos meses de setembro e outubro. É uma árvore rústica de crescimento fácil e pouco exigente. Seu porte adulto é de 5 a 6 metros. A frutificação se dá em novembro e dezembro. As vagens largam um pó irritante à pele, especialmente suada, conhecida popularmente como pó de mico. É uma madeira de boa qualidade. Gosta de solos secos e férteis, mas se adapta bem em solos mais fracos. Seu nome científico é Tabebuia pelcherrima e a família é Bignoniaceae. É natural da mata da encosta da serra.
Imagem 1: http://www.vivaterra.org.br/
Demais imagens: http://w3.ufsm.br/herbarioflorestal/especie_detalhes.php?nome_filtrado=ipe_amarelo
Texto:
AS ÁRVORES DE NOVO HAMBURGO, pág. 26
Seção: Árvores nativas da região do Vale dos Sinos
Equipe de Educação Ambiental de Novo Hamburgo - 2ªedição - 1993
Ipê Roxo
br
Natural das matas tropicais o ipê-roxo é uma árvore muito ornamental indicada para praças e jardins aonde é bem popular. Sua madeira é de boa qualidade . A árvore atinge até 20 m, sendo de crescimento meio lento. Floesce de setembro a outubro quando inicia a primavera. O fruto fica maduro no mês de novembro quando se abre deixando voar as semntes aladas. Seu nome científico é Tabebuia ipe da família Bignoniaceae. É uma das árvores mais procuradas para a arborização de praças e jardins.
Medicinal:
- Indicações: Eczemas, psoríase, câncer, alergias, disenterias, ferimentos, aftas, úlceras, viroses, queimaduras, picadas de cobra.
- Propriedades: Antimicrobiana, antitumoral, antiviral, estrogênica, estimulante do sistema imunológico.
- Partes usadas: Casca e folhas (em excesso pode ser tóxica, deve ser utilizada sob acompanhamento médico).
Imagens:
http://w3.ufsm.br/herbarioflorestal/especie_detalhes.php?nome_filtrado=ipe_roxo_ipe-de-flor-roxa_pau_de_arco_roxo
Texto:
AS ÁRVORES DE NOVO HAMBURGO, pág.36
Seção: Árvores nativas do Brasil originárias de outras regiões
Equipe de Educação Ambiental de Novo Hamburgo - 2ªedição - 1993
Uso medicinal:http://www.jardineiro.net/br/banco/tabebuia_impetiginosa.php
domingo, 2 de janeiro de 2011
Árvores do Parcão: Corticeira do Banhado
Parcão abriga 50 espécies de árvores nativas
Entre elas, "...a corticeira do banhado (Erythrina cristagalli), uma árvore pertencente à família das leguminosas e que pode atingir de 6-10 metros de altura.Suas flores são de um vermelho vistoso e seu fruto é uma vagem, também conhecido como legume, com sementes semelhantes ao feijão. Nasce preferencialmente em áreas muito úmidas e até pantanosas. ...A corticeira-do banhado é espécie imune ao corte de acordo com o Código Florestal."
Fonte: Jornal COMUNIDADE, pág.9
NOVO HAMBURGO, SETEMBRO/OUTUBRO DE 2009 - ANO 2- Nº 8 - FEEVALE 40 ANOS
Natural dos banhados de todo o cone sul esta árvore é das mais típicas deste ambiente. Ela é a árvore nacional da Argentina, que tem muitos terrenos banhados, onde ela prospera. Gosta obviamente de solos úmidos e encharcados. Seu florescimento avermelhado acontece entre outubro e dezembro e sua frutificação vai até o mês de fevereiro. Suas sementes levam vários meses para germinar como que para esperar época sem enchentes. Sua altura chega de 8 a 10 metros. seu nome científico é Erythrina crista-galli da família Papilionaceae.
Fonte:
AS ÁRVORES DE NOVO HAMBURG, pág. 24
Seção: Árvores nativas da região do Vale dos Sinos
Equipe de Educação Ambiental de Novo Hamburgo - 2ªedição - 1993
Imagens: árvore:http://www.terragaucha.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Árvores do Parcão

O Parque apresenta vegetação remanescente da Floresta Estacional Semidecidual, ocorrento espécies típicas. A vegetação é composta por formações secundárias resultantes do processo natural de sucessão vegetal, onde destacam-se espécies como a Timbaúva, Maricá, Chá-de Bugre, Branquilho, Açoita Cavalo, Ingá, Capororoca e a Corticeira do Banhado, árvore nativa imune ao código Florestal Estadual do RS. Algumas espécies frutíferas e ornamentais nativas foram plantadas para acelerar a recuperação de ambientes.
Fonte: Folheto distribuído pela Secretaria do Meio Ambiente.
Foto: Ipê amarelo
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